A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) realizou a prisão de um homem de 53 anos que figurava na lista da Difusão Vermelha da Interpol nesta sexta-feira (30). De acordo com as autoridades, o indivíduo respondia por um crime de estupro cometido no estado do Acre no ano de 2015. Por esse motivo, o suspeito permanecia foragido da Justiça há quase uma década, utilizando o interior do Amazonas como esconderijo. Por consequência de uma investigação integrada, os agentes localizaram o alvo na comunidade Xiborena, localizada na zona rural de Iranduba. Assim, o cumprimento do mandado encerra um longo período de buscas por um dos criminosos monitorados pela cooperação policial internacional.
Vida pacata ocultava condenação por estupro
O delegado Raul Augusto Neto, titular da 31ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), detalhou que o homem tentava passar despercebido realizando trabalhos comuns na região. Segundo o relatório policial, o foragido desenvolvia atividades de agricultura e também trabalhava como pedreiro para se sustentar na comunidade rural. Além disso, a investigação aponta que ele mantinha uma rotina discreta para evitar qualquer suspeita sobre seu passado criminoso no estado vizinho. Por consequência dessa estratégia de ocultação, a prisão exigiu um monitoramento cauteloso das equipes de inteligência antes da abordagem final. Consequentemente, a identificação do paradeiro só ocorreu após o cruzamento de dados sigilosos entre as instituições de segurança.
Intercâmbio entre polícias do Amazonas e Acre
A operação obteve sucesso graças ao compartilhamento de informações estratégicas entre a Polícia Civil do Acre (PC-AC) e o Departamento de Inteligência de Polícia Judiciária (DIPJ). De acordo com o delegado responsável, a unidade de Iranduba recebeu o alerta sobre a possível presença do alvo na região e iniciou as diligências imediatamente. Por esse motivo, as equipes conseguiram cercar o perímetro onde o agricultor se escondia, garantindo que ele não oferecesse resistência durante a captura. Por consequência do êxito na diligência, o homem passará por exames de corpo de delito antes de sua transferência para o sistema prisional. Assim, o processo judicial deverá seguir para as etapas finais de cumprimento de pena conforme determina a ordem judicial expedida pela Justiça acreana.

