Um funcionário de uma academia localizada no bairro Cidade Nova foi preso na tarde desta sexta-feira (6) suspeito de atacar uma cliente de 27 anos. O homem trabalhava como auxiliar de serviços gerais no estabelecimento e abordou a vítima logo após ela encerrar as atividades físicas.
Ele solicitou uma carona com a justificativa de que precisava chegar rapidamente ao bairro Jorge Teixeira para socorrer o filho doente. Por essa razão, a mulher aceitou ajudar o funcionário e permitiu que ele entrasse no seu veículo particular. Consequentemente, a relação de confiança estabelecida no ambiente de trabalho facilitou a aproximação do suspeito.
Tentativa de roubo e luta corporal
O ataque ocorreu quando o veículo passava pelas proximidades da avenida Hilário Gurjão, na região do Terminal 3 (T3), na zona Leste da capital. O suspeito avançou repentinamente sobre a motorista com o objetivo de subtrair o aparelho celular que estava no interior do carro. De acordo com relatos de familiares, a vítima ofereceu resistência e entrou em luta corporal com o agressor para proteger os seus pertences.
Por esse motivo, a mulher conseguiu abrir a porta do automóvel em movimento e desembarcou para gritar por socorro em via pública. Portanto, a reação rápida da condutora impediu que o homem concluísse o crime planejado durante o trajeto.
Detenção e encaminhamento policial
O suspeito abandonou o veículo logo após a fuga da vítima e não conseguiu levar nenhum objeto de valor da cliente. A mulher procurou os seus parentes imediatamente e relatou todos os detalhes da agressão sofrida dentro do próprio carro. O homem acabou localizado e detido pouco tempo depois da denúncia ser formalizada junto às autoridades competentes.
Por consequência, uma equipe da Polícia Militar atendeu a ocorrência e realizou a condução do auxiliar de serviços gerais até o 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Os agentes apresentaram o indivíduo ao delegado de plantão para o registro do flagrante por tentativa de roubo.
Procedimentos e estado da vítima
A autoridade policial iniciou os procedimentos cabíveis e colheu os depoimentos necessários para embasar o inquérito sobre a conduta do funcionário da academia. A vítima passou por uma avaliação inicial e, embora não apresentasse ferimentos físicos graves, demonstrou um forte abalo psicológico devido ao trauma.

