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Atleta de Tabatinga morre em hospital de Manaus após passar sete dias baleada na cabeça

A morte da atleta Raynara Ramos da Silva, de 38 anos, gerou forte comoção entre amigos e familiares nesta quarta-feira (7). Ela estava internada em um hospital de Manaus desde o início de janeiro após sofrer um atentado a tiros no interior do estado. O crime aconteceu na rua Manoel Tananta, localizada no bairro Santa Rosa, em Tabatinga. De acordo com os registros médicos, a causa do óbito foi um traumatismo craniano severo provocado por um disparo de arma de fogo na região da cabeça. Por esse motivo, a comunidade esportiva do bairro Ibirapuera manifestou luto nas redes sociais durante todo o dia.

Raynara recebeu os primeiros socorros ainda na região de fronteira, mas precisou de transferência para a capital devido à gravidade do ferimento. No entanto, o quadro clínico da paciente não apresentou evolução positiva durante a semana de internação. Por consequência do impacto do projétil, as funções vitais da atleta falharam na manhã de ontem. Além disso, a família reforça que a mulher levava uma vida dedicada ao esporte e não possuía qualquer histórico de envolvimento com atividades ilícitas ou facções criminosas.

Polícia Civil investiga hipótese de morte por engano em Tabatinga

A linha de investigação principal da Polícia Civil do Amazonas sugere que os criminosos mataram Raynara por engano. Testemunhas e parentes afirmam que ela era muito conhecida na cidade e possuía uma conduta ilibada entre os vizinhos. Assim, os agentes buscam identificar quem seria o verdadeiro alvo dos atiradores que circularam pelo bairro Santa Rosa no dia da virada de ano. Por outro lado, o autor dos disparos fugiu imediatamente após a ação e continua foragido até o presente momento.

As autoridades policiais agora analisam depoimentos para traçar a rota de fuga do suspeito e entender a motivação do ataque. Da mesma forma, o trabalho de inteligência busca conectar esse crime a outras movimentações de grupos armados na faixa de fronteira com a Colômbia. Por esse motivo, qualquer informação que ajude a localizar o responsável pode ser repassada de forma anônima para as delegacias locais. Portanto, o caso segue sob apuração rigorosa enquanto a família organiza as cerimônias de despedida da atleta.

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