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Gestão de Augusto Ferraz em Iranduba é marcada por promessas repetidas e serviços precários

A população de Iranduba enfrenta dificuldades crônicas para acessar serviços básicos de saúde neste início de 2026. De acordo com o levantamento dos planos de governo de 2020 e 2024, o prefeito Augusto Ferraz reaproveitou compromissos antigos que ainda não geraram melhorias práticas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Por esse motivo, o líder comunitário Benedito Leite denunciou a carência de profissionais e a descontinuidade no atendimento em comunidades rurais como a São José II. Por consequência do abandono administrativo, pacientes relatam filas intermináveis e a ausência frequente de médicos durante o horário de expediente. Assim, a confiança dos moradores na gestão da família Ferraz, que possui a primeira-dama Luana Ferraz no comando da pasta, segue em declínio.

A situação do Hospital Regional Hilda Freire exemplifica a falta de investimentos em infraestrutura tecnológica no município. De acordo com denúncias que persistem desde 2021, o aparelho de Raio-X da unidade permanece inoperante, obrigando os cidadãos a buscarem exames em Manaus. Por esse motivo, o jornalista Fernando Santos relembrou que o prefeito prometeu um equipamento de última geração há anos, mas o benefício nunca se materializou para os usuários. Por outro lado, a Secretaria Municipal de Saúde não apresenta cronogramas claros para a resolução desses problemas estruturais. Assim, o cenário de sobrecarga hospitalar e a falta de insumos simples prejudicam o diagnóstico precoce de doenças na região metropolitana.

Educação de Iranduba apresenta infraestrutura deteriorada e riscos no transporte

O setor educacional do município também atravessa uma crise profunda com escolas deterioradas e transporte escolar em condições alarmantes. De acordo com relatos de professores da rede municipal, as salas de aula sofrem com infiltrações, goteiras e mobiliário danificado. Por esse motivo, o ambiente escolar torna-se inadequado para o aprendizado das crianças, que dependem de uma estrutura mínima para frequentar as aulas. Por consequência do descaso, metas genéricas foram apresentadas pela Secretaria de Educação em audiências públicas recentes, sem qualquer detalhamento financeiro ou indicadores de progresso. Assim, as promessas de valorização do ensino feitas em campanha permanecem apenas no papel.

A segurança dos estudantes é colocada em risco diariamente devido ao estado de conservação dos ônibus escolares. De acordo com Benedito Leite, o Ministério Público recebeu denúncias sobre veículos circulando com graves falhas mecânicas, incluindo barras de direção presas por fios. Por esse motivo, a ausência de monitores nos trajetos agrava a vulnerabilidade dos alunos que residem em áreas distantes. Por outro lado, a prefeitura não demonstrou ações concretas para renovar a frota ou garantir a manutenção preventiva dos coletivos. Assim, o direito constitucional à educação de qualidade é violado pela falta de suporte logístico básico. Portanto, o descompasso entre o discurso político e a prática administrativa gera indignação entre as famílias de Iranduba.

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