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“Me adiantei porque ia me matar”: Alega suspeito de assassinar jovem em Manaus

O vigilante Emerson Vasconcelos de Araújo quebrou o silêncio ao deixar a sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) após prestar depoimento sobre a morte de Alana Arruda Pereira. De acordo com as declarações feitas à imprensa, o suspeito afirmou que agiu para antecipar uma suposta ameaça de morte que sofria da vizinha. Por esse motivo, o homem utilizou frases de impacto para defender sua conduta, alegando que não esperaria ser a próxima vítima. Por consequência dessas falas, a saída do custodiado da unidade policial ocorreu sob forte acompanhamento jornalístico e grande repercussão nas redes sociais. Assim, o acusado tenta sustentar a tese de legítima defesa perante as autoridades.

Conflito antigo e disparo fatal no rosto

As investigações da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) detalham que o crime aconteceu em via pública no bairro Betânia, na zona Sul de Manaus. Segundo o inquérito policial, Alana recebeu um disparo de arma de fogo no rosto durante uma discussão acalorada com o vizinho. Além disso, os agentes confirmaram que uma rixa antiga marcava o relacionamento entre os dois, com histórico de desentendimentos constantes na vizinhança. Por consequência da gravidade do ferimento, a jovem de 25 anos faleceu instantaneamente no local do atentado. Consequentemente, as equipes da DEHS trabalham agora para confrontar os relatos de testemunhas com a versão apresentada pelo vigilante.

Audiência de custódia e apreensão da arma

Após confessar o homicídio e entregar o revólver utilizado no crime, Emerson seguiu para o sistema prisional onde aguarda a audiência de custódia. De acordo com os procedimentos judiciais, o magistrado de plantão avaliará a legalidade da prisão e decidirá se o suspeito responderá ao processo em liberdade ou em regime fechado. Por esse motivo, a perícia analisa a arma apreendida para confirmar se o equipamento possui registro e se coincide com os fragmentos encontrados no corpo da vítima. Por consequência do clamor público gerado pelo caso, a polícia intensifica a busca por imagens que possam mostrar a dinâmica exata do momento do tiro. Assim, o processo segue para a fase de instrução com o objetivo de apurar se houve premeditação por parte do vigilante.

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