A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Ruptura nesta terça-feira(20) para desmantelar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de capitais. De acordo com as informações oficiais, os agentes federais prenderam cinco pessoas durante as incursões realizadas em diferentes pontos do Amazonas. Por esse motivo, a ação buscou neutralizar a estrutura financeira do grupo que operava de forma articulada no estado. Por consequência do trabalho de inteligência, os policiais conseguiram identificar os líderes e os operadores logísticos do esquema. Assim, a operação marca mais um passo importante no combate às rotas de entorpecentes na região amazônica.
Prisões e apreensões no interior
O efetivo cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e efetuou uma prisão em flagrante por posse ilegal de arma de fogo no município de Santo Antônio do Içá. De acordo com o balanço da Polícia Federal (PF), os investigadores também executaram ordens de busca e apreensão nas residências dos alvos. Por esse motivo, a equipe recolheu mídias digitais, equipamentos eletrônicos e documentos fundamentais para a continuidade do inquérito. Por consequência da descoberta desses materiais, a perícia técnica poderá rastrear novos fluxos financeiros e contatos dos suspeitos. Assim, a mobilização policial atingiu pontos estratégicos nos municípios de Tonantins e na capital amazonense.
Logística e lavagem de dinheiro
As investigações revelaram que o grupo utilizava empresas de fachada para ocultar os lucros obtidos com o comércio de cocaína e maconha do tipo skunk. De acordo com a Polícia Federal (PF), os criminosos coordenavam o transporte das drogas por meio de rotas fluviais e contavam com apoio regional para circular os produtos ilícitos. Por esse motivo, a Operação Ruptura funciona como um desdobramento direto da Operação Linhagem, focando na hierarquia da organização. Por consequência do monitoramento, os agentes descobriram as funções específicas de cada membro, desde a negociação até o fornecimento das substâncias. Assim, o encerramento desta fase da investigação enfraquece o poder de logística dos traficantes que atuam na fronteira.

