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Assassino de borracheiro se entrega em Manaus e defesa nega intenção de matar

A defesa do empresário Diogo Marcel Dill, de 34 anos, apresentou uma nova perspectiva sobre a morte de Sidney da Silva Pereira, ocorrida no bairro Cidade Nova. De acordo com o advogado do acusado, o cliente não teve a intenção de matar a vítima durante a confusão na Avenida Camapuã. Nesse sentido, os defensores afirmam que o empresário agiu apenas para repelir uma agressão injusta iniciada pelo borracheiro na manhã de Natal. Além disso, a equipe jurídica reforça que Diogo se entregou voluntariamente à Delegacia de Homicídios para prestar esclarecimentos.

Reação a suposta agressão e estado da vítima

Em primeiro lugar, o defensor alega que Sidney estava sob forte efeito de álcool e teria colocado a vida do empresário em risco. Conforme a versão apresentada, Diogo saiu de sua residência apenas com o intuito de pedir silêncio e conter a desordem que acontecia na frente de sua casa. Por outro lado, a defesa nega qualquer motivação relacionada a uma briga prévia envolvendo mulheres da vizinhança. Por causa do som alto e do uso de fogos de artifício desde a véspera, o ambiente apresentava uma tensão acumulada que culminou no confronto físico.

Perfil do acusado e denúncias de vandalismo

Posteriormente, os advogados destacaram que o empresário possui conduta ilibada e não faz uso de qualquer tipo de entorpecente. Afinal, Diogo realiza tratamento para ansiedade e depressão, mas isso não impediria sua permanência na unidade prisional sob supervisão médica. Dessa forma, a estratégia da defesa agora foca em reunir testemunhas que confirmem o histórico de perturbação do sossego na localidade. Enquanto isso, a família do suspeito relata que sofre ameaças constantes e atos de vandalismo, como o ataque a uma churrascaria ligada ao empresário.

Andamento do processo e prisão temporária

Portanto, o caso permanece sob análise criteriosa da Polícia Civil para verificar se os relatos coincidem com as provas técnicas. O Tribunal de Justiça já determinou a prisão temporária de 30 dias para garantir que a investigação ocorra sem interferências externas. Por fim, o depoimento de vizinhos e a análise de vídeos da área serão fundamentais para esclarecer se houve excesso na conduta do empresário. A decisão final sobre a manutenção da prisão deve ocorrer após o fechamento do inquérito policial nas próximas semanas.

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