Policiais prenderam Fernando Batista de Melo, de 48 anos, durante a madrugada deste sábado (24) em Manaus. De acordo com a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), o homem tentava deixar a capital pela Avenida do Futuro, na zona Norte, quando as equipes de segurança realizaram a interceptação. Por esse motivo, o monitoramento das rotas de fuga funcionou de forma estratégica após o crime que chocou a cidade na última quinta-feira. Por consequência do cerco policial montado ao longo de toda a sexta-feira, o suspeito não conseguiu ultrapassar os limites da área urbana. Assim, a caçada terminou com a condução do agressor à delegacia para os procedimentos legais.
Laudo revela asfixia mecânica
O caso ganhou novos detalhes técnicos após a realização do laudo pericial pelo Instituto Médico Legal (IML). De acordo com os peritos, o menino Manoel, de apenas 3 anos, não apresentava ferimentos causados por arma branca, ao contrário das informações preliminares. Por esse motivo, o documento oficial aponta que a causa da morte foi asfixia mecânica provocada pelo próprio pai. Por consequência dessa revelação, a crueldade do crime se torna ainda mais evidente para os investigadores da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Assim, o depoimento do assassino deve esclarecer como ele executou a criança dentro do banheiro na residência do avô paterno.
Comoção e despedida em Beruri
A notícia da prisão de Fernando repercutiu intensamente nas redes sociais e gerou uma onda de revolta entre os manauaras. De acordo com informações publicadas pela mãe da vítima, a família levará o corpo de Manoel para o município de Beruri, no interior do estado. Por esse motivo, o sepultamento ocorrerá longe da capital, onde os parentes buscam um momento de paz para o último adeus. Por consequência da gravidade do homicídio qualificado, o suspeito permanece isolado e à disposição do Poder Judiciário em uma unidade prisional. Assim, o sistema de justiça agora assume o caso para garantir que o autor pague pela morte brutal do filho.

